AnimeTopic 011 - No Game No Life


  Olá, pessoas lindas! Hoje trarei para vocês uma crítica do anime No Game No Life! Ele foi dirigido por Atsuko Ishizuka no estúdio Madhouse e conta com 12 episódios, além de termos também o filme No Game No Life: Zero, no qual falarei um pouco depois!

  Particularmente eu gostei muito do anime, ele trabalhou muito bem minha linha de raciocínio e me prendeu bastante, já que nenhuma mente supera a dos nossos incríveis protagonistas. Fiquei feliz de ver não só um homem, mas uma mulher sendo representada com tamanha inteligência. Os protagonistas são dois irmãos, Shiro e Sora, que são muito próximos e ótimos em jogos e juntos, se tornam uma dupla imbatível conhecida no mundo dos jogos como “Kuuhaku”. Kuuhaku significa lacuna, o que se refere ao nome de jogador deles sempre estar em branco. Depois de receberem um convite misterioso para uma partida de xadrez online, eles são convidados a participarem de um mundo onde tudo é decidido por jogos e assim começa a aventura dos nossos heróis. 


  Nesse mundo, existe um Deus chamado Tet e dezesseis raças conhecidas como Exceeds, porém nesse mundo não existe nenhuma violência, já que tudo é resolvido através de jogos, desde que eles não vão contra os dez mandamentos de Tet. Então, os irmãos se juntam aos imanity (humanos) para os salvar e conquistar o resto das raças e assim poderem desafiar Tet para obter o título de Deus. Basicamente, tirando as estratégias inacreditáveis, é um anime sem muito mistério no enredo, ou seja, ele é bem direto. Assim que os irmãos chegam ao novo mundo eles começam a vencer seus primeiros desafios e logo se tornam os reis dos imanitys, provando sua capacidade intelectual imensa. 


 É bem legal de ver as partidas de jogos de Shiro e Sora principalmente porque um complementa o outro. Se Sora falhar, Shiro irá apoia-lo e vice-versa. Uma curiosidade também é que apesar de serem tão bons e extrovertidos no mundo novo, eles eram bem diferentes no mundo deles, tendo problemas de interação, eram bem introvertidos. Tanto que Sora é um garoto que almeja ter uma namorada e tinha medo de não conseguir uma nunca (risos). Sora tem 18 anos, enquanto sua irmã Shiro tem 11. Shiro é uma menina prodígio e é a irmã adotiva de Sora, desde que ele a conheceu, eles criaram laços inquebráveis e são capazes de confiar suas vidas ao outro.

 Além disso, temos outros personagens de personalidades distintas que também aparecem bastante, que é a Stephanie, neta do ex-rei dos imanity. Ela é uma garota que passa a seguir os irmãos após Sora a vencer em um jogo e como recompensa pedir que ela se apaixone por ele, como eu disse, ele tinha medo de nunca conseguir uma namorada! Uma curiosidade nesse anime é que se você joga jurando pelos mandamentos (os pedidos dos jogadores tem que ter valor equivalente e ambos tem que concordar com as condições) e perde, você é obrigado a realizar o pedido do vencedor, não tem como fugir. Temos também a Jibril, que diferente de Stephanie, não é humana e sim uma Flugel (aparência similar a um anjo, mesmo que Sora a tenha descrito mais como um demônio) é que assim como Stephanie, perdeu uma jogo para Sora e passou a servi-lo. 


 Como falei na introdução, temos o filme No Game No Life: Zero e não precisa assistir o anime para entender o filme, até porque, como o próprio nome diz, o filme se passa antes do anime, bem antes dos nossos protagonistas nascerem. Ele retrata como era o mundo antes de Tet assumir como Deus. Existia muitas guerras e o protagonista Riku queria por um fim nela, ele contava com a ajuda de uma garota chamada Shuvi que se apaixonou por ele e há quem acredite que Sora e Shiro são as reencarnações desses personagens! Mas até então são só palpites. 

 E já que o anime gira em torno de jogos, por que não a comparação ser com eles? Justo né?! Então, No Game No Life é como um jogo de aventura, nós começamos explorando um novo território, tentando aprender sobre ele e sobreviver, assim como Shiro e Sora fizeram quando foram transportados. E assim como nos jogos, quando mais avançamos, mais difícil fica. Quando conseguem se tornar reis, aparecem oponentes cada vez mais difíceis pros nossos protagonistas. Mas, apesar de tudo, se temos que comparar o jogo com o anime, digamos que nosso jogo de aventura esteja em aberto, nem mesmo nós podemos saber o que vai acontecer no próximo lançamento do jogo, assim como no anime. Isso é o que me motiva a assistir, porque você é surpreendido mesmo quando já espera algo da história. 

 Por fim, não sei se ou quando teremos uma nova temporada desse anime, infelizmente. A história não está terminada, muito pelo contrário, o anime parou quando começou a esquentar, deixando um gostinho de quero mais. Mas apesar disso, eu recomendo assistir o anime, o filme e se tiver coragem o mangá, porque vale a pena. Obrigado por lerem até aqui e até a próxima crítica! 

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